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Briga de bonecos do bem versus bonecos do mal

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Se procura o super-herói da Marvel Comics conhecido como Mar-Vell, veja Capitão Marvel (Marvel Comics).
Shazam, conhecido como Capitão Marvel até 2011, é um super-herói fictício de histórias em quadrinhos, inicialmente publicado pela editora Fawcett Comics e posteriormente adquirido pela DC Comics. Criado em 1939 pelo roteirista Bill Parker e pelo desenhista C. C. Beck, o personagem apareceu pela primeira vez na revista Whiz Comics #2, lançado em fevereiro de 1940, durante a era de ouro dos quadrinhos. Com uma história que envolve uma fantasia adolescente, Capitão Marvel é o alter ego de Billy Batson, um jovem que trabalha como repórter de rádio e foi escolhido, devido a sua bondade interior, para receber os poderes do Mago Shazam, a fim de preservar a justiça e a paz no Universo.

Sempre que Billy fala o nome “Shazam”, ele é instantaneamente atingido por um raio mágico que transforma-o em um super-herói adulto com poderes sobre-humanos (e vice-versa, uma vez que o personagem pode voltar a forma infantil da mesma forma). Os poderes do Capitão Marvel são oriundos de seis personagens mitológicos que lhe concedem tais características — sendo eles, Salomão (sabedoria), Hércules (vasta força física), Atlas (resistência, invulnerabilidade), Zeus (poderes mágicos), Aquiles (coragem) e Mércurio (velocidade, capacidade de voo).

Vários amigos e membros da família, como Mary Marvel, podem compartilhar com Billy seus poderes e tornar-se eles próprios.

O Capitão Marvel é designado, pelos próprios deuses que lhes concedem os poderes, como o Campeão da Humanidade. Desde 2011, quando a editora DC Comics reformulou todos seus personagens, o Capitão Marvel passou a se chamar (no âmbito oficial, de forma definitiva) simplesmente de “Shazam”.

Histórico de publicação

Fawcett Comics

Com a eminência do sucesso rapidamente alcançado pelo personagem (chegando a ofuscar o Homem de Aço), a National iniciou um processo judicial contra a Fawcett Publications, por sua subsidiária Fawcett Comics, argumentando que o Capitão Marvel representava “um plágio descarado” de seu principal personagem, Superman.

O personagem Capitão Marvel estreou em no segundo número da revista Whiz Comics, publicada pela Fawcett Comics em fevereiro de 1940 e foi criado em 1939 pelo roteirista Bill Parker e pelo desenhista C. C. Beck, o nome do herói seria inicialmente “Capitão Trovão” (Captain Thunder, em inglês), mas foi modificado para Marvel (que em inglês quer dizer algo como maravilhoso, incrível), pouco antes do lançamento da revista, pois já havia um personagem com esse nome na editora Fiction House, assim como os títulos propostos para a revista de estréia, Flash Comics, pertencente a DC e Thrills Comics, que remetia a uma revista da Standard Comics, a revista foi renomeada com o título Whiz Comics, embora os dois títulos propostos tenham sido impressos como “Edições Ashcan” (usadas pelas editoras para registrar as revistas)[1][2]

Capitão Marvel usava uma roupa totalmente vermelha, com uma capa amarela curta e um relâmpago dourado desenhado no peito do uniforme, tendo sua imagem física moldada a semelhança do ator cinematográfico Fred MacMurray.

A batalha judicial prolongou-se por doze anos, encerrando-se em 1953 com um acordo proposto pela Fawcett, que havia decidido, devido às baixas vendas de sua revista, abandonar a publicação de histórias em quadrinhos e dedicar-se a outros ramos editoriais. Devido a esse acordo, o Capitão Marvel mergulhou no esquecimento durante o restante dos anos 1950 e todos os anos 1960 no mercado norte-americano, retornando a ser veiculado somente durante a década de 1970. No Brasil, no entanto, ele foi republicado normalmente durante os anos 1960, pela RGE, do Rio de Janeiro. E, no Reino Unido, teve até um substituto, o Marvelman, atualmente conhecido como Miracleman.[3]

Marvelman / Miracleman

Ver artigo principal: Marvelman
Na década de 1950, uma pequena editora britânica, L. Miller and Son, publicou uma série de reproduções em preto-e-branco de quadrinhos americanos, incluindo a série Capitão Marvel. Com o resultado da ação judicial Nacional v. Fawcett, A editora teve seu fornecimento de quadrinhos do Capitão Marvel abruptamente interrompido. Eles pediram a ajuda de um escritor de quadrinhos britânico, Mick Anglo, que criou uma versão mal-disfarçada do super-herói chamado Marvelman. Capitão Marvel Jr., foi adaptado para criar Young Marvelman, enquanto Mary Marvel gerou uma versão masculina, o Kid Marvelman. A palavra mágica “Shazam!” foi substituída por “Kimota” (“Atomik” soletrado ao contrário). Os novos personagens assumiu a numeração da série original do Capitão Marvel no Reino Unido com número da edição # 25.

Marvelman foi cancelado em 1963, mas foi revivido em 1982 pelo escritor Alan Moore nas páginas da Warrior Magazine. Começando em 1985, as aventuras em preto-e-branco de Moore foram reimpressas em cores pela Eclipse Comics sob o novo título Miracleman (já que a Marvel Comics opôs-se à utilização da palavra”Marvel” no título), a publicação continuou nos Estados Unidos depois da Warrior. Dentro do enredo meta-textual da série de quadrinhos em si, notou-se que a criação de Marvelman foi baseada nos quadrinhos no Capitão Marvel, tanto por Alan Moore, quanto pelo escritor Neil Gaiman. Em 2009, a Marvel Comics obteve os direitos das histórias originais personagens e histórias de Marvelman e em 2013 de suas versões posteriores.[4]

Em 1966, a M.F Enterprises produziu seu próprio Capitão Marvel: um super-herói androide de outro planeta cuja principal característica era a capacidade de dividir seu corpo em várias partes, cada uma das quais poderia se mover por conta própria. Ele desencadeou a separação por gritando “Split!” (dividir) e podia se remontar gritando “Xam!” Ele tinha a identidade de um jovem humano chamado Billy Baxton. Esta versão do Capitão Marvel foi creditado nos quadrinhos como sendo “baseado em um personagem criado por Carl Burgos”. Burgos é conhecido pela criação de outro androide, o Tocha Humana Original, criado para a Timely Comics, nome usado pela Marvel na Era de Ouro das histórias em quadrinhos.[2]

Shazam!

Em 1973, a DC Comics, a editora responsável pelo processo judicial, adquiriu os direitos da personagem e retomou sua publicação nos Estados Unidos. No entanto, a nova revista teve de se chamar Shazam, porque a agora Marvel Comics era a detentora da marca Captain Marvel (Ela lançou o seu Capitão Marvel em 1967).[2][5] O Suspendium foi a explicação que a DC Comics encontrou para explicar porque o elenco de Capitão Marvel não havia envelhecido desde que parou de ser publicado pela Fawcett Comics em 1953. Tal substância inventada pelo vilão Dr. Silvana pôs em animação suspensa toda a Família Marvel, bem como o resto do elenco e o próprio Silvana, por 20 anos.

Quando retornou, o personagem era ainda desenhado por seu maior ilustrador, C. C. Beck, que se manteve, à frente do título durante apenas nove números sendo logo substituído. Originalmente, admitia-se que Capitão marvel e todos os personagens relacionados viviam na Terra S, uma dimensão a parte da Terra Paralela principal da DC, a Terra 1, onde estava a Liga da Justiça. A revista Shazam! foi bimestral (nos EUA), durou 35 números, de 1973 a 1978. Passou por várias fases; a partir do número 25, a série de TV de Shazam começou a influenciar o título, quando começou a ser impresso “A DC TV Comic” (um quadrinho DC da TV) nas capas de Shazam!. No número 25, Ísis, que surgiu como um seriado gêmeo a Shazam fez sua primeira aparição num quadrinho, e logo ganhou sua própria série, que durou 8 números. No número 26, tentou-se adaptar-se para comportar a realidade apresentada em sua popular série de TV, onde o Mago Shazam deu a Billy Batson o Eterni-phone, aparelho que permitia comunicar-se com os Elders, as figuras mitológicas que compunham o nome de Shazam. O Sr. Morris, da rádio WHIZ, deu a Billy um novo emprego, onde ele poderia ser um repórter móvel, guiando um furgão da rádio por todo o país. Além disso, Dudley, o Tio Marvel, deixou seu uniforme de lado e cultivou um bigode. Ele ofereceu-se para acompanhar Billy como seu “Mentor”. O Mago Shazam permaneceria na Pedra da Eternidade, e Capitão Marvel Jr. e Mary Marvel ficariam em Fawcett City para defender a cidade. A partir do número 34, a arte de Shazam se libertou do traço inspirado por C.C. Beck e adotou um visual mais realista, que estava em voga nos quadrinhos da época. Infelizmente a série foi cancelada no número seguinte, 35.

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