jul 30

Viúva de Adriano Ex Capitão do Bope diz ao MP que Wilson Witzel mandou matar o seu marido

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Viúva de Adriano Ex Capitão do Bope   diz ao MP que Wilson  Witzel mandou matar o seu marido 

Viúva de Adriano Magalhães da Nóbrega, Júlia Mello Lotufo disse a promotores que investigam a morte do ex-capitão do Bope que ele foi executado, e não morto após uma troca de tiros com policiais, conforme a versão divulgada pela Secretaria de Segurança da Bahia. Júlia prestou depoimento na segunda-feira 27 por meio de videoconferência. Em quase duas horas de conversa, contou que Adriano recebeu recados reiterados enquanto estava foragido de que, caso se entregasse às autoridades, seria assassinado. De início, ele não teria levado a sério essa possibilidade. Com o decorrer do tempo, ao apurar a informação com suas fontes em órgãos oficiais do Rio, teria se convencido de que sua execução estava de fato planejada. Os promotores perguntaram a Júlia quem teria interesse na morte de Adriano, acusado pelo Ministério Público do Rio de chefiar um grupo de extermínio que atuava a serviço de uma milícia. Ela respondeu ter ouvido de Adriano que as ordens para matá-lo vinham de cima, da cúpula do governo fluminense. Os promotores insistiram para que fosse mais específica. Julia, então, falou que as ordens, conforme ouviu de seu marido, partiam do “governador”. Em 2 de fevereiro, uma semana antes da ação policial que resultou na morte de Adriano, Julia fez a VEJA, em entrevista gravada, o seguinte alerta: “Meu marido foi envolvido numa conspiração armada pelo governador do Rio, Wilson Witzel, que queria matar o Adriano como queima de arquivo”. Em resposta, Witzel rechaçou a acusação e disse que iria processá-la.

Wilson Witzel NEGA, e diz que vai processar a viúva de Adriano !

 

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jul 29

Wilson Witzel DESESPERADO e com a AJUDA DO STF para não ser preso e sofrer impeachment distribui cargos e desaloja primeira-dama de sala da sede do governo

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Pode correr, pular, se virar  nos 30, bater na porta do STF, Sérgio Cabral fez o mesmo, mas hoje está cagando em um buraco na cadeia com mais de 240 anos de pena, e você Wilson Witzel, ao que parece, seguirá o mesmo caminho, ao meu ver, minha opinião, com base nos fatos, vocˆd vais ser afastado, e cadeia lhe espera ! TIC TAC….

UOl

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), continua tentando angariar apoios de parlamentares contra o processo de impeachment que corre contra ele na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro). Fontes ligadas ao Palácio Guanabara ouvidas pelo UOL relataram que o governador promoveu mudanças nas direções do Detro (Departamento de Transportes Rodoviários) e da Loterj (Loteria do Estado do Rio de Janeiro) a fim de acomodar e dar maior influência a parlamentares.

Witzel também fez mudança tida como simbólica: desalojou a primeira-dama Helena Witzel de sala no Palácio Guanabara e devolveu o espaço à Secretaria da Casa Civil. Ontem (27), o STF (Supremo Tribunal Federal) determinou que a Casa Legislativa forme uma nova Comissão Especial que pode levar à saída do governador, o que dá mais tempo para Witzel tentar converter votos de deputados.

De acordo com fontes, o deputado Jorge Felippe Neto (PSD) aumentou nos últimos dias sua influência no Detro (Departamento de Transportes Rodoviários) —onde mantém o controle de diretorias por meio de indicações.

O aumento de cargos empossados através das suas indicações ocorreu após a nomeação de Oswaldo Luiz Pacheco Ribeiro na presidência do órgão. Oswaldo, por sua vez, foi indicado pelos deputados Giovani Ratinho (Pros) e Vandro Família (Solidariedade), que também receberam o direito de fazer indicações para o Detro.

Em nota, Jorge Felippe Neto negou que tenha tido poderes aumentados em qualquer órgão. “É comum em situações excepcionais, como a que o governo do estado vive hoje, proliferarem boatos”, diz o comunicado. O UOL não localizou as assessorias de Ratinho e Vandro Família.

Já o deputado Marcos Abrahão (Avante) obteve indicações para cargos na Loterj, autarquia vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico que administra, gerencia e fiscaliza o jogo no estado. Marcos Abrahão informou que não se manifestaria sobre o tema.

Procurado, Witzel não se manifestou sobre a distribuição de cargos no Detro e na Loterj.

Troca de sala e retorno de secretário exonerado

A sala situada ao lado do gabinete de Witzel e historicamente ocupada pela Casa Civil passou a ser de Helena no último ano. Influente no governo, a esposa de Witzel possuía ingerência sobre decisões do governador e de membros do alto escalão do secretariado. No entanto, depois da Operação Placebo, que cumpriu mandados de busca e apreensão em seu escritório de advocacia, a primeira-dama se tornou figura rara no local.

Esse não seria contudo o único motivo da remoção. A volta do ex-deputado federal André Moura (PSC), na última quinta-feira (23), à Secretaria de Casa Civil e à função de interlocutor do governo junto à Alerj —53 dias depois de ter sido exonerado do cargo— soa como um aceno ao Legislativo fluminense.

Em maio, Moura foi exonerado após desentendimentos com o então secretário de Desenvolvimento Econômico e braço direito de Witzel, Lucas Tristão. A saída dele foi vista como uma vitória de Tristão, que havia sido alvo da Operação Placebo dias antes. Apesar de ter conseguido a saída do desafeto, Tristão foi desligado do governo dias depois.

Considerado um “político de bom trânsito”, Moura foi escalado para a função de reverter votos contra Witzel no processo de impeachment.

O fato de despachar e receber parlamentares na sala ao lado do gabinete do governador passa a mensagem de que as coisas voltaram à ordem no Palácio Guanabara e de que o secretário possui mais poder do que nunca —além de devolver a sala à pasta, Witzel também incorporou à Casa Civil a estrutura da Comunicação e da Secretaria de Governo.

“Não dava para ser daquele jeito. O secretário de Desenvolvimento Econômico [Lucas Tristão] era chamado de ‘governador em exercício’, diante do seu poder. A esposa do governador mandava e desmandava. Agora, ele [Witzel] está querendo passar a mensagem de que tem um líder, alguém com relevância por lá. André é um sujeito habilidosíssimo, mas dificilmente conseguirá reverter os votos contra ele”, diz um dos membros da Comissão de Impeachment.

A indicação de Moura ao cargo teria partido do vice-governador Cláudio Castro (também do PSC). Nos bastidores, fala-se que Moura deve permanecer no cargo, mesmo no caso da saída de Witzel, compondo o mandato de Castro.

O UOL questionou a assessoria de Witzel em relação à troca de sala da primeira-dama no Palácio Guanabara, mas não obteve resposta.

Decisão do STF dá fôlego a Witzel

Atendendo a pedido da defesa, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, determinou ontem a formação de uma nova comissão especial da Alerj para analisar o pedido de impeachment do governador. A ação, enviada ao Supremo no último dia 22, argumentava que o andamento do processo continha “vícios” e que a formação da comissão “foi instituída sem votação; possui 25 membros da Alerj [ao invés de 18], não respeitou a proporcionalidade [por partido], nem tampouco exarou o necessário parecer inicial”.

Toffoli acatou os argumentos apresentados pelos advogados de Witzel.

“Entendo que assiste razão jurídica à tese de violação […] ao legitimar o ato de formação da comissão especial de impeachment sem a obediência à necessária configuração proporcional dos partidos políticos e blocos parlamentares e sem a realização de votação plenária dos nomes apresentados pelos líderes, ainda que de forma simbólica”, justificou.

Com a decisão liminar, também está interrompido o prazo vigente — que terminaria na próxima quarta-feira (29) — para que o governador apresente sua defesa à Alerj.

Para o afastamento temporário do governador, 36 deputados devem votar pelo recebimento da denúncia —depois disso, será formado um tribunal misto de julgamento (com membros da Alerj e do Tribunal de Justiça) que decidirá pela deposição, ou não, do governador.

Errata: o texto foi atualizado
Diferentemente do informado no segundo parágrafo desta matéria, “a decisão dá mais tempo para que Witzel consiga converter votos de deputados, e não de vereadores”. O erro foi corrigido.

 

 

jul 29

BARBARIDADE !!! Dias Toffoli atende a pedido de Wilson Witzel, e em uma canetada e dissolve comissão do impeachment na Assembleia do Rio, como assim ?

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Mais uma vez o STF Dias Toffoli, em uma canetada, protege mais um suposto bandido, que está prestes a ser preso, mais uma vez o STF comandando o BR, até quando ?

Quando o BR, vai acordar, e ver que somente uma nova Constituição Federal, Conservadora, Cristã, e Anticomunista, vai resolver esse problema ?

Folha de SP

Atendendo a um pedido da defesa do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, determinou nesta segunda-feira (27) a formação de uma nova comissão especial da Assembleia Legislativa do Rio para analisar o impeachment do político.

A ação, enviada ao STF no último dia 22, argumentava que o andamento do processo continha “vícios” e que a formação da comissão “foi instituída sem votação; possui 25 membros da Alerj [ao invés de 18], não respeitou a proporcionalidade [por partido], nem tampouco exarou o necessário parecer inicial”.

Toffoli concordou com os argumentos apresentados pelos advogados de Witzel.

“Entendo que assiste razão jurídica à tese de violação […] ao legitimar o ato de formação da comissão especial de impeachment sem a obediência à necessária configuração proporcional dos partidos políticos e blocos parlamentares e sem a realização de votação plenária dos nomes apresentados pelos líderes, ainda que de forma simbólica”, justificou.

Com a decisão liminar, também fica interrompido o prazo vigente —que terminaria nesta quarta-feira (29)— para que o governador apresente sua defesa à Alerj.

Enquanto aguardava a decisão do STF, Witzel cedeu na política, com a volta de um ex-secretário, e acenou a bolsonaristas na esperança de obter votos favoráveis na Assembleia.

A Casa deu início ao processo de impeachment em junho, com o voto favorável de 69 dos 70 deputados. O pedido foi amparado nas denúncias referentes a supostos desvios por meio de contratos firmados com a Secretaria de Saúde.​

Segundo o Ministério Público, há indícios de participação ativa de Witzel quanto ao conhecimento e ao comando das contratações. Ao fim de maio, durante a operação Placebo, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão no Palácio das Laranjeiras, residência oficial do governador.

Para tentar evitar o impeachment, Witzel estruturou uma forte equipe de advogados. Na área criminal, o governador é assessorado pelo advogado Roberto Podval, que teve como cliente o ex-ministro José Dirceu. Witzel também conta com os serviços de Ana Tereza Basilio e Manoel Peixinho.

A estratégia de defesa do governador se sustenta em dois pilares: questionar o conjunto probatório levantado pela comissão e o rito adotado pela Alerj.

Os advogados afirmam que falta materialidade à acusação, ou seja, que não há no processo elementos concretos que incriminem Witzel. Quanto ao rito, a defesa busca insistir em algumas brechas para frear o processo.

A Alerj segue a lei federal 1.079, de 1950, e a súmula vinculante 46 do STF. Juntas, as determinações preveem que cabe à União legislar sobre crimes de responsabilidade e definir o rito do impeachment dos governadores.

Ainda que a legislação federal contemple o caso de Witzel, a inexistência de um regramento estadual é utilizada pela defesa como uma oportunidade para questionar o encaminhamento do processo, especialmente no que diz respeito a detalhes da tramitação.​

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jul 29

Desembargador do TJ-RJ Mário Guimarães Neto e sua mulher, a advogada Gláucia Guimarães receberam depósitos de R$ 1,6 milhão em dinheiro vivo, diz PGR

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Barbaridade, o RJ  é caso de exorcismo, todos os governadores presos, o Wilson Witzel a caminho da jaula também, no TJ do Rio, a situação é tenebrosa, o PR Jair Bolsonaro deveria decretar INTERVENÇÃO FEDERAL em todo o estado do RJ, sem mais !

Globo

BRASÍLIA e RIO – A Procuradoria-Geral da República (PGR) apontou movimentação de “grandes quantias” de dinheiro em espécie por parte do desembargador do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) Mário Guimarães Neto e sua mulher, a advogada Gláucia Guimarães, em denúncia apresentada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). De acordo com as investigações, Gláucia recebeu depósitos em dinheiro vivo que totalizaram R$ 1,6 milhão entre 2012 e 2019, incluindo repasses de um funcionário do gabinete do desembargador.

Esse fluxo financeiro foi apontado pela PGR como mais uma prova das acusações contra o desembargador. A denúncia aponta que Mário Guimarães Neto teria recebido, por meio de sua mulher, um pagamento de R$ 6 milhões da Fetranspor (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro) em troca da venda de uma decisão judicial. A PGR denunciou Mário Guimarães Neto e Gláucia, no último dia 15, pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O documento está sob sigilo.

“O afastamento do sigilo bancário de Gláucia Guimarães demonstrou que, mesmo sem ter qualquer função que justifique o recebimento de valores em espécie, a denunciada recebeu depósitos em espécie, entre 01/01/2012 a 15/04/2019, da expressiva quantia de R$ 1.608.994,14”, escreveu a subprocuradora-geral da República Lindôra Maria Araújo na denúncia apresentada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Desse montante, três depósitos que totalizaram R$ 37.500,00 foram feitos por um funcionário do gabinete do desembargador, o que provocou estranheza nos investigadores do caso. Além disso, o próprio desembargador Mário Guimarães Neto fez depósitos em dinheiro na conta da mulher que totalizaram R$ 111.900,00.

“Importante salientar que essa movimentação de valores em espécie não se mostra compatível com os rendimentos declarados por Gláucia Guimarães à Receita Federal no período analisado”, escreveu a PGR. Prossegue a denúncia: “Portanto, as investigações confirmaram que Gláucia Guimarães e Mário Guimarães Neto costumavam movimentar grandes quantias em espécie corroborando as provas das práticas ilícitas imputadas”.

Contas no exterior

As investigações também detectaram que Gláucia manteve três contas bancárias nos Estados Unidos, mas só declarou uma delas à Receita Federal, e que tiveram movimentações financeiras suspeitas. A primeira dessas contas, no Fifth Third Bank, foi fechada pelo próprio banco após detectar movimentações com indícios de lavagem de dinheiro. O banco enviou uma correspondência a Gláucia avisando que, por causa disso, iria fechar a conta dela. Com isso, em seguida ela abriu uma conta corrente e uma conta poupança no Wells Fargo Bank, segundo a PGR.

Essas três contas nos EUA receberam créditos que ultrapassaram o valor de US$ 2,1 milhões, de acordo com os extratos financeiros recebidos por cooperação jurídica internacional. Segundo a PGR, as contas eram abastecidas por repasses de um doleiro, que recebia dinheiro vivo de Gláucia e Mario Guimarães Neto no Brasil e fazia operações financeiras para abastecer as contas no exterior em nome da advogada.

Por causa dessas movimentações financeiras, Gláucia e Mario Guimarães Neto foram acusados de evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

O desembargador está afastado do cargo desde abril, quando a PGR e a Polícia Federal deflagraram uma operação de busca e apreensão para aprofundar a investigação. A PGR pediu que seja prorrogado o afastamento do desembargador até que seja julgada a acusação. O caso será analisado pela corte especial do STJ, responsável por processos contra desembargadores. O relator da ação é o ministro Félix Fischer, que agora deve conceder prazo para as defesas se manifestarem em relação às acusações.

A defesa do desembargador afirmou que ele e a mulher tinham vida financeira independente e afirma que a acusação faz uma “confusão entre vidas profissionais e econômicas completamente separadas”. A defesa de Gláucia Guimarães afirmou que não teve acesso ao teor da denúncia e que só irá se manifestar nos autos. “Ainda não tivemos acesso ao teor da denúncia e o processo corre em segredo de Justiça. Qualquer manifestação será feita nos autos”, disse em nota.